Divulgação de deepfakes: a regra de transparência
Em geral, o Regulamento da Inteligência Artificial exige que os deepfakes sejam identificados como conteúdos gerados ou manipulados artificialmente; a armadilha no exame consiste em presumir que não existem exceções.
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A regra do Regulamento da Inteligência Artificial relativa aos deepfakes é simples: se um conteúdo for gerado ou manipulado artificialmente para parecer autêntico, esse facto deve ser divulgado. Isto aplica-se a imagens, áudio e vídeo suscetíveis de levar uma pessoa a pensar que são reais. O contraste essencial é com pequenas edições, como a correção de cores ou filtros inofensivos, que não são consideradas deepfakes. O regulamento visa proteger as pessoas contra a indução em erro, sobretudo em contextos como as notícias, a política ou a reputação pessoal.
Para o exame, lembre-se de que a divulgação é a regra geral, embora existam exceções limitadas. Por exemplo, os deepfakes utilizados para fins de sátira, expressão artística ou finalidades legítimas de aplicação da lei podem beneficiar de uma exceção. Um método rápido de eliminação: se uma pergunta apresentar um deepfake sem qualquer contexto que indique uma exceção, escolha a resposta que exige a divulgação. Outra pista: procure expressões como «apenas para entretenimento» ou «claramente identificado como paródia» — estas indicam uma possível exceção. Evite presumir que todos os deepfakes são proibidos; a regra diz respeito à transparência, não à proibição.
Para se testar, pergunte: «Uma pessoa razoável seria enganada por este conteúdo se este não estivesse identificado?» Em caso afirmativo, é necessário divulgar que se trata de um deepfake. Um auxiliar de memória: pense num deepfake como uma «máscara digital» — deve sempre dizer que é uma máscara, salvo se for óbvio que se trata de uma festa de máscaras (sátira ou arte). Isto permite manter o foco no princípio da transparência, e não em proibições gerais.
Qual é a regra geral do Regulamento da IA relativamente aos deepfakes?
Em geral, têm de ser identificados como conteúdos gerados ou manipulados artificialmente.